Check-in com reconhecimento facial: como aproveitar o potencial dessa tecnologia em eventos

Pode-se dizer que o check-in em eventos é o primeiro contato face to face entre a equipe de recepção e os participantes. Portanto, é fundamental investir em soluções criativas e inovadoras para recebê-los bem e causar uma impressão positiva.

A novidade do momento é o reconhecimento facial digital. Desenvolvida há tempos para marcar fotos em redes sociais e já bastante usada em aeroportos e outros locais que exigem segurança máxima, essa tecnologia poderosa chegou com tudo para melhorar esse processo de credenciamento de eventos.

549x364-in-posts-case-study-zenus-1Veja a seguir aplicações e cuidados ao adotar essa tecnologia que chegou com tudo para aprimorar e até substituir processos tradicionais do check-in.

Uma inovação que reduz filas de espera e amplia experiências e conveniências de organizadores e participantes de eventos.

Garantia de segurança de dados

Como toda novidade baseada no uso de dados pessoais, uma parcela de participantes resiste a essa facilidade de identificação rápida em eventos, preocupados com a usabilidade e a segurança de suas imagens e seus dados armazenados. Por isso, oferecer uma nova tecnologia implica transparência com responsabilidade, já que o acesso à privacidade deve ser confiável ​​e garantido pelos mais altos padrões de segurança. É fundamental apresentar previamente, de forma precisa e objetiva, a política de segurança do aplicativo de reconhecimento facial e que o serviço é opcional.

Tão importante é também ter o consentimento explícito do usuário durante o processo de coleta de imagens e dados. Para isso, os aplicativos escolhido deve apresentar botão de “de acordo”  e notificar sobre o armazenamento dos dados do usuário.

A política de segurança do aplicativo de reconhecimento facial deve disponibilizar as funções opt in e opt out e informar também sobre elas. Tais funções permitem ao marketing do evento interagir ou não com os inscritos no evento. Ao facultar essas funções, o aplicativo oferece a cada participante o poder de dar ou não o seu consentimento prévio, para receber ou não mensagens por meio de seu e-mail cadastrado.

Ao explicitar como a segurança é levada a sério, o organizador do evento conquista a confiança dos inscritos e encoraja cada vez mais um número maior de participantes a aderir a essa maneira inovadora de credenciamento.

Métodos tradicionais opcionais

No geral, observa-se que da maioria dos participantes vêm aderindo bem a essa inovação nos eventos. Mas existe, ainda, uma parcela significativa que resiste à conveniência e não adere a oferta desse recurso, mesmo cientes sobre as medidas de segurança adotadas. Por isso, o organizador deve garantir na mesmo ambiente de check-in dos eventos outras formas tradicionais para esse público obter a credencial, como a leitura de código de barras, varredura de código QR ou a pesquisa por nome.

É importante ressaltar que, seja qual for o número de optantes pelo não reconhecimento facial, ainda, assim haverá um efeito significativo na redução de filas do evento.

Servidor de wi-fi e back-up

Para uso de aplicativos com recurso de reconhecimento facial integrado, é essencial acesso eficaz de sinal de internet com cobertura wireless em todo espaço de check-in e de outras áreas de interesse dos organizadores. Portanto, o evento deve instalar seu próprio servidor de internet para que o sistema de reconhecimento facial funcione sem problemas. Com sinal de qualidade garantido, os participantes poderão configurar rapidamente o aplicativo do evento em seus diferentes dispositivos, se necessário. Para aqueles que optam por não usar seus dispositivos móveis, é recomendável dispor tablets ou laptops com back-ups do sistema de reconhecimento facial configurado.

Lista VIP

Para qualquer evento é comum compilar previamente listas de acesso VIP. Os aplicativos de tecnologia de reconhecimento fácil também podem potencializar ainda mais o uso dessa material estratégico de relacionamento com clientes, como check-in personalizado e sem fila de espera. Quando integrada a sistemas mais elaborados que dispõem câmeras na área de check-in, ela permite à equipe de check-in, por exemplo, pesquisar simultaneamente as listas de participantes registrados e identificá-los logo que se aproximam da entrada do check-in do evento. Isso permite, por exemplo, que a equipe de recepção dê boas-vindas cumprimentando-os pelos nomes. Esse tratamento especial lhes darão a sensação de personalidades VIPs. Com certeza, um diferencial para seu evento e uma experiência única para eles.

Alerta sobre pessoas não bem-vindas

O reconhecimento fácil vem sendo usado também para bloquear o acesso de pessoas que podem comprometer a segurança do evento. Atualmente, é possível compilar listas de observação usando, por exemplo, registros públicos disponíveis online de cidadãos vigiados pela polícia e criminosos.

Às listas de observação, pode-se, ainda, incluir listas próprias de participantes não bem-vindos ao evento. Isso permite alertar previamente o check-in para que o responsável possa executar alguma medida de bloqueio de acesso.

Uma forma de configurar essas medidas de segurança é a implementação de sistema de reconhecimento facial integrado a câmeras comuns instaladas na área de check-in e em outros pontos de interesse do evento. Ao escanear continuamente tais pontos, o sistema pode combinar seu banco de dados e tais listas do banco de dados do evento para maximizar a eficiência de sua segurança.

Contra fraude de identificação

Controlar também acessos específicos, como às salas de conferências ou de atividades de um evento, com aplicativo de reconhecimento facial pode ser tão simples quanto oferecer tablet ou celular em cada entrada desses espaços. Não há necessidade de sistema especial e instalação de equipamentos caros. Basta, por exemplo, integrar ao sistema câmeras dispostas nas entradas das salas. Dessa maneira, captam-se imagens dos participantes que serão simultaneamente processadas pelo banco de dados do aplicativo em algum servidor na nuvem. Uma solução eficaz para evitar fraudes tão comuns no controle de crachás e pulseiras.

Ao contrário dos processos tradicionais, que permitem trocas entre inscritos e não inscritos, o reconhecimento fácil é intransferível. Isso é particularmente importante para eventos exclusivos a participantes pagantes ou para eventos com conteúdos confidenciais ou informações estratégicas que exigem acesso restrito e segurança total.

Fontes/Fotos: https://zenus-biometrics.com/

 

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